sexta-feira, 21 de julho de 2017

BOLO DE IOGURTE COM CANELA


Ingredientes:
3 ovos
1 iogurte natural de copinho
A mesma medida do copinho de óleo
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar
1  colher (sopa) de fermento em pó
QB de manteiga, canela e açúcar para untar



Modo de Preparo:
Unte uma forma redonda média com furo com manteiga, canela e açúcar. Misture a canela e o açúcar antes de untar. A medida é mais ou menos 2 colheres (sopa) de açúcar para 1 de canela.
Numa bacia coloque a farinha e o fermento peneirados e misture.
Em outra bacia coloque os ovos, o iogurte, o óleo e o açúcar e bata bem, até ficar um creme fofo.
Misture a farinha com o creme e mexa bem.
Coloque a massa na forma untada e leve para assar em forno pre aquecido (180ºC) por 45 minutos ou faça o teste do palito.
Tire do forno e deixe esfriar por 10 minutos antes de desenformar.

Fonte: http://www.temperocomglamour.com.br/2013/11/comidinhas-bolo-de-iogurte-e-canela.html

quarta-feira, 19 de julho de 2017

SOPA DE CHUCHU COM BATATA DOCE


Ingredientes:
1 chuchu cortado em cubos
1 batata doce cortada em  cubos
1 dente de alho
1 folha de louro
QB de sal, pimenta do reino, cominho, pimenta caiena, alho poró desidratado e outros temperos do seu gosto
½ cebola picadinha
1 colher (sopa) de azeite
QB de temperinho verde





Modo de Preparo:
Descasque o alho, o chuchu e tire o miolo e corte em cubos, descasque a batata corte em cubos.
Coloque os ingredientes acima e mais a folha de louro em uma panela com a água para cozinhar até ficar macio. Bata a sopa no liquidificador, tempere  e leve novamente ao fogo e deixe ferver por alguns minutos.
Frite a cebola picadinha no azeite e acrescente na sopa.

Sirva a sopa quente com temperinho verde.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

TEMPERO PICANTE DE ESPECIARIAS PARA CARNE DE PORCO E CARNE BOVINA


Ingredientes:
1/4 de xícara de pimenta-ancho em pó
2 colheres (sopa) de coentro em pó
2 colheres (sopa) de mostarda em pó
2 colheres (sopa) de páprica
2 colheres (sopa) de pimenta-do-reino, moída na hora
2 colheres (sopa) de sal kosher
1 colher (sopa) de pimenta-de-arbol  em pó ou pimenta-de-caiena
1 colher (sopa) de cominho em pó
1 colher (sopa) de orégano seco

Modo de Preparo:
Em uma tigela, coloque a pimenta-ancho, o coentro, a mostarda, a páprica, a pimenta-do-reino, o sal, a pimenta-de-arbol, o cominho e o orégano e misture bem.
Armazene em local fresco e escuro, em um recipiente bem fechado, por até 6 meses.

Observações: fiz meia receita e substitui o sal kosher por sal marinho, a mostarda em pó por mostarda em grão, não usei a pimenta-ancho e temperei um pernil, conforme foto.


sábado, 15 de julho de 2017

FRANGO "CHEFS EM AÇÃO"


Ingredientes:
1 ovo
1 xícara de leite
1 frango inteiro cortado à passarinho
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de alho em pó
4 colheres (sopa) de páprica defumada
2 colheres (sopa) de cebola em pó
2 colheres (sopa) de ervas secas
2 colheres (sopa) de gengibre em pó
1 colher (sopa) de pimenta-do-reino em pó
2 colheres (sopa) de mostarda em grãos
2/3 de colher (sopa) de sal

Modo de Preparo:
Misturar o ovo e o leite, cobrir o frango com a preparação e deixar descansar por 20 minutos em temperatura ambiente. Reservar.
Em uma tigela, misturar a farinha de trigo com todos os ingredientes secos.
Retirar o frango da marinada, escorrer e empanar na farinha temperada.
Deixar descansar 20 minutos e fritar por imersão em óleo nem muito quente e nem muito frio. A temperatura do óleo deve ser no máximo de 175 graus.





- Molho de iogurte:
Ingredientes:
300g de iogurte natural desnatado
Suco de 1 limão siciliano
QB de pimenta-do-reino
QB de sal
QB de salsa
QB de azeite
Raspas de 1 limão siciliano

Modo de Preparo:
Misturar o iogurte com o suco de limão, salsa e azeite.
Temperar com sal e pimenta-do-reino e finalizar com as raspas de limão. Servir com o frango frito.

- Molho de gorgonzola:
Ingredientes:
200ml de creme de leite fresco
150g de requeijão cremoso
100g de queijo gorgonzola
QB de pimenta-do-reino
QB de salsa

Modo de Preparo:
Levar o creme de leite ao fogo e deixar reduzir.
Adicionar o requeijão cremoso, o queijo gorgonzola, a salsa e temperar com pimenta-do-reino.
Deixar derreter o queijo, misturar e servir com o frango frito.

Fonte: https://br.canalsony.com/programas/chefs-em-acao/legumes-rusticos

Observações: assei o frango em forno pre aquecido (180ºC) e fiz o molho de gorgonzola, conforme fotos! 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

SALADA DE CEVADINHA COM MAÇÃ, RÚCULA E TOMATE


Ingredientes:
1 xícara (chá) de cevadinha lavada e escorrida
QB de folhas de rúcula
½ maçã cortada em gomos
½ cebola roxa cortada em gomos
1 tomate italiano cortado em gomos
QB de sal
QB de suco de limão
QB de azeite de oliva

Modo de Preparo:
Cozinhe a cevadinha com água até ficar macia. Deixe esfriar.
Numa saladeira coloque a cevadinha, a cebola, o tomate, a maçã e a rúcula. Tempere com sal, suco de limão e azeite. Misture delicadamente. Sirva a seguir.

terça-feira, 11 de julho de 2017

LEGUMES RÚSTICOS


Ingredientes:
1 batata doce roxa
1 batata doce laranja
2 mandioquinhas
1 batata doce branca
2 beterrabas
8 dentes de alho com casca
2 ramos de alecrim
2 ramos de sálvia
QB de azeite
QB de sal
QB de pimenta-do-reino



Modo de Preparo:
Cortar os legumes em cubos grandes sem tirar a casca e amassar rapidamente os dentes de alho.

Misturar todos os ingredientes em um refratário e levar ao forno a 180ºC por aproximadamente 40 minutos.

domingo, 9 de julho de 2017

HISTÓRIA DA SOPA


 por Virgínia Brandão

 Sopa é um alimento líquido ou pastoso, umas vezes feita somente de pão e água, outras com cereais e, ainda, hortaliças e carne de diversos tipos. Presente na alimentação humana desde que o homem pré-histórico encontrou um meio de aquecer a água para cozer alimentos - a sopa foi, provavelmente, a primeira comida elaborada e criativa da História, já que resulta da mistura de ingredientes e estes são praticamente infindáveis. Afinal, diz a lenda, que, havendo água, até de pedra se pode fazer uma sopa.

Com toda a sua simplicidade e rusticidade, a sopa nasceu quando o homem se deu conta que as carnes duras que caçava se amaciavam e adquiriam melhor sabor se cozidas com água e ervas. Quando ele bebeu desse caldo e se agradou dele, a sopa se incorporou à civilização para nunca mais sair. Recipientes de todas as espécies, do estômago de animais à sopeiras de ouro, testemunharam ao longo dos tempos o hábito ininterrupto, de todos os povos, de preparar e tomar sopas. Por ser um prato fácil e acessível, de considerável valor nutritivo e energético, os caldos e as sopas foram a base da nutrição de, praticamente, todas as civilizações.

A Bíblia nos conta que os hebreus, no Egito, preparavam suculentos caldos e, referindo-se a Gedeon, nos diz; "matou um cordeiro, pôs sua carne em uma panela e fez caldo". Na Grécia, a sopa fazia sucesso. Em Atenas, a de lentilhas, em Esparta, o famoso "Caldo Negro"  feito com sangue de alguns animais misturado com vinagre e especiarias (parece estranho, alguns autores dizem que era intragável, mas o frango ao molho pardo, aquele das Minas Gerais, também tem essa base). Na China, os camponeses se reconfortavam com sopas de arroz e favas. Roma teve uma grande tradição "sopeira". Desde os seus primórdios os pastores tinham como prato principal e cotidiano uma sopa de farro (um grão típico da Itália, muito antigo, semelhante ao trigo mas de consistência mais dura) e grão de bico, que se acompanhava com outros produtos de época como verduras, legumes, frutas e queijos. A decadência de Roma coincide com o auge das sopas, que chegou a transformar-se num alimento de luxo.

Após a queda do Império Romano, a sopa sobreviveu ao Império Bizantino, cujo povo se regalava com sopas de peixes com legumes, muito nutritivas e açucaradas com mel em abundância.


Apogeu na Idade Média

No século 12, sopa designa um pedaço de pão sobre o qual se verte caldo fervente de carnes, legumes ou vinho, diretamente em travessas fundas de madeira, barro cozido ou estanho. Uma crônica da época, conta que os priores e abades foram os primeiros adeptos da iguaria, fazendo servir de 5 a 6 sopas distintas diariamente, além de ser o tema um assunto de animadas conversas e discussões

Durante a Idade Média, as sopas, de fato, ganham notoriedade, não só nas abadias e mosteiros. A medicina reconhece suas virtudes terapêuticas e passa a prescrevê-la como remédio, sendo o caldo de galinha o mais cotado, antes de qualquer outra.

Na mesa do pobre, ela era, de longe, o alimento complementar mais importante. De ovos, favas, abóbora, alcachofra, alho-porro, ervilha, couve, rabanete e outras hortaliças, em geral selvagens, era ela que, de manhã e de noite, ajudava a engolir o pão duro e escuro dos camponeses, este, o principal elemento da alimentação popular. O caldo dessa sopa era, quase sempre, temperado com cebolas e dentes de alho e aromatizado com  diversas ervas; sempre que possível, um pdaço de carne, em geral de porco, salgado, temperado com gordura, manteiga ou óleo.

Foi, ainda, a essa altura, que as sopas começaram a aparecer no repertório culinário da nobreza européia, mas, diferentemente da sopa dos pobres, os caldos eram fartos em carnes e condimentados com muitas especiarias. Eram comuns as sopas agridoces, nas quais usava-se mel e, mais tarde, açúcar. Também era costume colorir as sopas: açafrão para ficarem amarelas, leite de amêndoas para ficarem brancas.

Tempos Modernos

De arquétipo das virtudes campesinas e posterior emblema da calma felicidade burguesa, a sopa adentra a era moderna sofisticando-se. A  partir do século 16, as cozinhas italiana e francesa deram o seu "toque de classe" à arte de prepará-las. A primeira introduziu a novidade das massas e ervas aromáticas como o tomilho, os orégãos e a manjerona. Na França, os cozinheiros davam o seu melhor: crèmes, bouillons, veloutés, consommés..., batizando as suas invenções com nomes de reis.

No século 17, Louis 13, rei da França, saboreava, diariamente, dois grandes pratos de sopa. Entusiasmado com os legumes, mandou que se plantassem no Palácio de Versailles os mais delicados e deliciosos legumes e estes passaram a entrar nas  inúmeras "potage de plaisirs" (sopa de prazeres) que se tornaram a última moda entre a aristocracia francesa. Isto estimulou os cozinheiros da época, entre eles, Françoise de la Varenne (1615-1678), que, sozinho, criou mais de 300 receitas diferentes.

Nas mãos dos mais célebres chefs franceses, as receitas reais se enriquecem e, no século 19, por toda a Europa, as sopas passam a abrir o menu dos jantares das boas mesas. Uma mesma refeição pode comportar de duas a cinco sopas diferentes: "A la Conti, A la Saint-Cloud, A la Dauphine, A la Pluche…". Nesta época, o grande chef de cozinha Antoine Carême, atualizou as velhas fórmulas e legou à posteridade as bases das receitas que ainda hoje se servem nos restaurantes mais afamados do mundo inteiro.

Mais sofisticadas, com consistência mais leve, as sopas servidas como entrada têm por papel abrir o apetite a fim de fazer honra à abundância das refeições onde se sucedem, às vezes, mais de dez pratos. Paralelamente, a sopa guarda seu status de prato único e substancioso junto às famílias pobres, sobretudo dos camponeses.


A Sopa Tecnológica

O século 20 assistirá à evolução dos modos de alimentação, inseparáveis das transformações dos modos de vida humanos, mas a sopa continuou tendo relevante papel na dieta universal. Com a tecnologia, vieram as sopas prontas, em lata, desidratadas, congeladas, dos mais variados sabores, pra todos os gostos e bolsos. Algumas são realmente muito gostosas e, todas, inegavelmente práticas. Entretanto, numa noite de frio, quem resiste a uma sopinha caseira, feita com ingredientes naturais fresquinhos, impregnando a casa com seu perfume e fumegando na sopeira?

Sopas mais famosas do mundo

Alguns pratos são como o cartão de visita de um povo, porque fazem parte da sua cultura gastronômica e da sua História. Isso acontece de uma maneira muito especial com as sopas, que, em boa parte do mundo, são, tradicionalmente, o primeiro prato da refeição principal do dia. Veja algumas delas:

 - Do Brasil: Bambá de Couve (farinha de milho e couve), Caldo de Mocotó, Caldo de Feijão;

- De Portugal: a Canja (que, segundo alguns especialistas, terá vindo da Índia) e o Caldo Verde;

- Da Espanha: o Gazpacho (com tomate, pepino, alho, pão e azeite, servida fria).

- Da França: a Soupe à l'Oignon (a base de cebola) e a Bouillabaisse (a base de legumes com frutos do mar frescos), Bisque (cremosa, a base de frutos do mar);

- Da Inglaterra: a Oxtail (sopa de rabo de boi);

- Da Itália: o Minestrone (com feijão, massas e legumes,comumente feita com lingüiça);

- Da China:  a Sopa de Ninhos de Andorinha, Won Ton (caldo com bolinhos recheados de hortaliças e carne);

- Do Japão: Missoshiro (caldo de peixe com missô)

- Do Vietnã: Canh Chua (caldo aromatizado com hortelã e tamarindo com pedaços de peixe);

- Da Tailândia: Tom Kha Gai (de leite de coco com frango, muito coentro e outros aromas);.

- Da Rússia: o Bortsch (de beterraba frescas, servida quente ou fria);

- Do México: Posole (com carne de porco ou frango, caldo e canjica);

- Dos Estados Unidos: Vichyssoise (de batata e alho porro, servida fria); Clam Chowder (creme encorpado, quase em mingau a base de moluscos, batatas e leite)

- De Cuba: Sopa de Frijoles com Calabaza, (de feijões com abóbora);

- Do Haiti: Consommé a l'Orange (de caldo de frango, suco de laranja e cravo da índia)

- Do Egito: Melokhia (a base de uma erva egípcia que dá nome à sopa e carne de cordeiro ou frango);

- De  Israel: Pumpkin Soup (de abóbora e caldo de frango).



Fonte: http://correiogourmand.com.br/info_01_cultura_gastronomica_01_26.htm

sexta-feira, 7 de julho de 2017

RECEITA DE TORTA DE RICOTA DOCE


Ingredientes:
500g de ricota fresca
3 colheres (sopa) de amido de milho
2 colheres (sopa) de açúcar demerara
1 xícara (chá) de leite de amêndoas
4 ovos
Raspas de 1 limão
Óleo de coco para untar




Modo de Preparo:
1- Separe as gemas das claras e reserve.
2- No liquidificador, bata as gemas, o amido de milho, a ricota, o leite condensado de aveia, o leite de amêndoas e o açúcar. Reserve.
3- Na batedeira, bata as claras até que fiquem em consistência de neve
4- Incorpore a massa batida no liquidificador com as claras em neve, adicione as raspas de limão e mexa com uma espátula delicadamente.
5- Em uma forma untada com óleo de coco, despeje a mistura e leve ao forno pré-aquecido a 180° por aproximadamente 40 minutos.
6- Espere esfriar para desenformar e sirva.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

MOQUECA DE LULA LIGHT


Ingredientes:
500g de lula 
2 tomates maduros, picados sem pele e sem semente
1 cebola roxa cortada em fatias
QB de pimenta dedo de moça
1 pimentão vermelho cortado à Julienne*
1 pimentão amarelo à Julienne
1 colher (sopa) de azeite
4 dentes de alho picadinhos
1/2 xícara de água
1/2 xícara de cebolinha
1/2 vidro de leite de coco light (opcional)
QB de sal, pimenta e temperos do seu gosto

*Corte Julienne: bastões de 0,15 a 0,3cm x 3 a 5cm.




Modo de Preparo:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola, o alho e a pimenta dedo de moça.
Acrescente os pimentões e continue refogando até murcharem.
Coloque os tomates, misture e deixe refogar até o tomate murchar e formar uma pasta. Acrescente a água, os temperos e mexa.
Junte as lulas e misture delicadamente.
Deixe cozinhar por 5 minutos com a panela semi tampada. Depois desse tempo, o leite de coco light. Cozinhe por mais 2 minutos. Desligue e acrescente a cebolinha.

Atençaõ: mais que 7 minutos de cozimento a lula pode ficar borrachuda.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

PÃO DE 5 MINUTOS

   Este pão, entre outros, foi desenvolvido por Jeff Hertzberg, médico e Zoë François, chef em Pastelaria, treinada no CIA (Culinary Institute of America). O processo todo levou cerca de 2 anos para ser concluído, o qual culminou com a publicação do livro Artisan Bread in Five Minutes a Day, em 2007, e com o blog de mesmo nome. 


Receita Básica
Rendimento: 4 pães de 500 g. Pode ser dobrada ou divida.
xícara medidora: 240 ml

Ingredientes:
3 xícaras de água morna
1 1/2 colher sopa de fermento biológico granulado (2 pacotes de 7 g)*
1 1/2 colher sopa de kosher salt ou outro sal grosso
6 1/2 xícaras de farinha de trigo
QB de farinha de milho para polvilhar




Modo de Preparo:
Colocar todos os ingredientes, independente de ordem, numa vasilha plástica grande, que tenha uma tampa simples, sem ser hermética. Misturar bem os ingredientes com uma colher. Certifique-se de que não fique nenhum grumo seco de farinha. A massa deve ficar úmida.
Deixar repousar por duas horas em cima do balcão da cozinha, devidamente coberta. Ela vai dobrar de tamanho, por isso deve-se usar uma vasilha grande o suficiente para comportar o crescimento da massa.
Depois deste período, modelar os pães no formato desejado, polvilhando um pouco de farinha, mas manuseando o mínimo de tempo possível para evitar perder as bolhas de ar formadas pela fermentação. Confira no vídeo a maneira de moldar os pães. Colocar os pães moldados num tabuleiro polvilhado com farinha de milho. Deixar descansando por cerca de 40 minutos. Não precisa cobrir.
Vinte minutos antes de assar, ligar o forno e pré-aquecer a 232ºC. Colocar uma vasilha com água dentro do forno para criar vapor enquanto o pão é assado.
Polvilhar os pães com um pouco de farinha e fazer cortes na massa com uma faca de serra, utilizando o padrão que preferir. Em geral, faço uma cruz no meio.
Assar por 30 minutos ou até que os pães apresentem uma casca grossa, firme e douradinha. Esfriar os pães sobre uma grade.

Observação: Fiz meia receita conforme fotos, simplesmente delicioso!


No site abaixo você poderá assistir o vídeo.

sábado, 1 de julho de 2017

COSTELA DE BOI COM CUSCUZ MARROQUINO


Ingredientes:
- Para a costela de boi:
2 kg de costela de boi já cortada
1 cebola picada (cubos grandes)
3 dentes alho picados
4 ramos de cebolinha picada
1 colher (sopa) de cominho em pó
1 colher (sopa) de urucum em pó
½ suco de 1 limão
8 grãos de pimenta branca
300ml de água quente
QB de tomilho, louro, alecrim, sal e pimenta do moinho

- Para o cuscuz marroquino:
250g de cuscuz Marroquino
2 colheres (sopa) manteiga
1 cebola roxa picada
2 dentes de alho picados
200g de passas pretas
200g de castanha de caju picadas grosseiramente
200g de blueberries
QB de folhas de hortelã rasgadas, pimenta dedo-de-moça picada, sal e pimenta do reino
3 conchas de água salgada fervendo

- Para o molho:
Caldo da Costela Peneirado
Gotas de vinagre balsâmico
80ml de azeite Extra Virgem
QB de salsa, cebolinha picadas, sal e pimenta do reino




Modo de Preparo:
- Da costela de boi:
Temperar as costelas com sal, pimenta do reino.
Juntar todos os ingredientes numa panela de pressão, fechando-a.
Adicione mais água se necessário.
Após pegar a pressão, deixar cozinhar de 35 a 40 min.
Depois de liberar a pressão, retirar a carne da panela e coloque em uma assadeira no forno por 10 min a 180º C.
Peneirar o molho e reduzir se necessário.

- Do cuscuz marroquino:
Hidratar o cuscuz aos poucos com 3 conchas de água fervendo.
Misture com garfo cuidadosamente.
Juntar uma colher de manteiga, cobrir com pano e guardar.
Colocar na frigideira e suar na manteiga a cebola, o alho e a pimenta dedo-de-moça.
Colocar as passas e castanhas. Adicione mais manteiga se necessário.
Colocar o cuscuz e misturar.
Finalizar com hortelã e as blueberries.

- Do molho:
Colocar todos os ingredientes no caldo da costela e temperar.

- Toques finais:
Colocar no prato fundo o cuscuz.
Dispor a costela em cima.
Regar com o molho.
Decorar com louro.

Fonte: http://gnt.globo.com/receitas/receitas/costela-de-boi-com-cuscuz-marroquino.htm

quinta-feira, 29 de junho de 2017

ESCONDIDINHO DE BATATA DOCE COM ATUM PICANTE


Ingredientes:
- Para o purê:
500g de batata doce amassada (garfo ou espremedor)
2 colheres (sopa) de manteiga
QB de leite de coco
QB de sal
QB de queijo parmesão ralado (opcional)

- Para o atum:
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
QB de pimenta dedo de moça picadinha
1 lata de atum sólido escorrido
2 tomates sem pele e sem sementes, picados
QB de pimenta calabresa
QB de sal, orégano e pimenta do reino
QB de tempero verde picado






Modo de Preparo:
Numa frigideira esquente o azeite e frite a cebola, o alho e a pimenta dedo de moça por alguns instantes, acrescente o tomate e deixe cozinhar até ficar um molho consistente.
Coloque o atum e tempere com sal, pimenta calabresa, orégano e pimenta preta.
Por último o temperinho verde. Reserve.
Cozinhe a batata doce até ficar macia, escorra e amasse(garfo ou espremedor) .
Numa panela junte a batata doce, a manteiga e misturando sempre acrescente aos poucos o leite de coco até obter um purê cremoso.  Tempere com sal.

Cubra o fundo de um refratário pequeno com o atum, cubra com o purê e polvilhe queijo ralado. Leve ao forno preaquecido (180ºC) por mais ou menos 30 minutos.                                                                                                                                          

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